domingo, 25 de novembro de 2012

"Pena na mão e tinta na mesa"

Preciso confessar que morro de vontade de escrever longas cartas usando a pena e esses papeis amarelados, que me parecem ser espessos e asperos. A pena dá um certo charme ao ato de escrever. Eram lindas letras, bem desenhadas; eram palavras bem escritas.

[Daqui a pouco termino meu post... Imprevistoosss acontecem sempre que começo a escrever! huhuahu]

Voltei! Não me lembro mais o que eu tinha em mente quando comecei a escrever sobre isso. Droga! Isso sempre acontece. Então, encerro assim mesmo, deixando uma parte de uma obra poética do Arcadismo, que provavelmente foi escrito com uma pena e um desses papeis bonitos à luz de um candeeiro.

  Marília de Dirceu 
(Tomás Antônio Gonzaga)

Porém se os justos céus, por fins ocultos,
em tão tirano mal me não socorrem;
verás então, que os sábios,
bem como vivem, morrem.

Eu tenho um coração maior que o mundo,

tu, formosa Marília, bem o sabes:
um coração..., e basta,
onde tu mesma cabes.

 Sem mais.
Charlie Brown