Ah, o amor.
Palavra que nunca se esgota,
nunca se limita,
nunca perde a graça.
nunca se limita,
nunca perde a graça.
Palavra? Não. Sentimento!
Escrito, sentido, falado, esperado.
Imaginado, inalcançável,
Imaginado, inalcançável,
inabalavel, inexperiente
e, às vezes, indesejado.
e, às vezes, indesejado.
Ah, o amor.
Esse tolo amor!
Esse tolo amor!
(Ethiene)
Quem nunca amou? Quem nunca pensou que era amado? Mas também quem não sabe amar ou acha que não é amado? Tantas faces da mesma palavra. Tantas! Talvez o amor seja um dodecaedro (imaginação 3D). Doze faces? Ou talvez tenha bem mais faces do que isso.
Ah, quanta baboseira sobre amor. Não é nada disso na prática. Ele só lasca com a sua vida, confunde sua cabeça, bagunça seu juízo e depois vai embora te deixando sozinha e SEM NADA!
Duas realidades tão diferentes que cabem naquela maldita (porém sábia) frase "Quem eu quero, não me quer. Quem me quer, eu mandei embora!".
Sem mais.

