quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Ah, o amor. 
Palavra que nunca se esgota, 
nunca se limita, 
nunca perde a graça. 
Palavra? Não. Sentimento! 
Escrito, sentido, falado, esperado. 
Imaginado, inalcançável, 
inabalavel, inexperiente 
e, às vezes, indesejado.
Ah, o amor. 
Esse tolo amor!
(Ethiene)

Quem nunca amou? Quem nunca pensou que era amado? Mas também quem não sabe amar ou acha que não é amado? Tantas faces da mesma palavra. Tantas! Talvez o amor seja um dodecaedro (imaginação 3D). Doze faces? Ou talvez tenha bem mais faces do que isso.

Ah, quanta baboseira sobre amor. Não é nada disso na prática. Ele só lasca com a sua vida, confunde sua cabeça, bagunça seu juízo e depois vai embora te deixando sozinha e SEM NADA! 

Duas realidades tão diferentes que cabem naquela maldita (porém sábia) frase "Quem eu quero, não me quer. Quem me quer, eu mandei embora!".
Sem mais.
Charlie Brown