quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Hoje o vento achou graça aos meus olhos. Vento fraco, breve brisa; ventania, vendaval. Seja lá qual for sua intensidade e continuidade, sempre haverá espaço para ele em poesias e canções. Não imaginei que acharia tantos escritos sobre o vento. Mas é claro que deveríamos escrever sobre ele, pois quem nunca fechou os olhos e curtiu o vento varrer seus pensamentos até o céu? Eu sempre faço isso. Não importa onde eu esteja, se o vento passa por mim por um minuto que seja, eu fecho meus olhos e digo 'olá, amigo'. Respiro fundo o ar que ele me trouxe e sigo em frente. Não estou falando no sentido figurado, eu realmente faço isso! hahaha

"Vento leva meu recado
Sopra bem no ouvido 
Tudo que eu vou lhe dizer..." 


"CARREGA, AMIGO VENTO,
ESSAS MINHAS AMARGURAS
E ME TRAGA DOCES CURAS!"




"E quando o vento passar 
ele vai levar o meu sincero amor pra você!
Mas quando ele voltar 
sei que vai me dá a mais perfeita flor que é você!
Mesmo estando agora tudo diferente, 
eu sei que vou, eu vou tentar..."


"Apurados sentidos ainda  procuram ,
Repousando no seio, a dor da partida.
Longe figura na estrada que some entre a poeira ...
Já se perde dos  olhos...
Rolam deles , teimosas, saudosas...
Lágrimas que teimam em  brincar em sua face
Triste partida do amor proibido
Amor escondido... Ah amor querido!
Partiu sem deixar o cheiro...
Partiu sem deixar o sabor...
Partiu deixando somente o vazio...
Sofrendo o coração...Em pedaços
Acalenta no peito
A esperança de ter, do amigo vento
O que se lembre...do cheiro...
O que se lembre do amor...
O que se dele uma brisa, traga e ...
Lembre!"


Sem mais.
Charlie Brown